Dez canções do Barão Vermelho (Sem Cazuza)


Esta deveria ser a primeira das minhas listas de canções, a ser publicada logo depois de comentada toda a discografia do Barão Vermelho. Mas os posts do David Bowie e dos Rolling Stones, por razões óbvias, passaram na frente.

Faça o teste e pergunte para os seus amigos para cantar uma música do Barão. A resposta, sou capaz de apostar, será qualquer uma da fase em que Cazuza era o líder da banda.

Pois bem, aqui você não encontrará Bete Balanço nem Maior Abandonado, mas uma mescla de hits e pérolas menos conhecidas da fase D.C. (Depois de Cazuza). Quer ouvir? Pense, dance e clica aí na playlist que eu criei no Youtube, depois de muito suor e sofrimento…



10 - Meus Bons Amigos - 1994
(Guto Goffi / Mauricio Barros / Fernando Magalhães)
Rock básico e "pegado", do estilo que marcou a fase Barão sob a batuta de Frejat.

9 - Fúria e Folia - 1992
(Roberto Frejat / Jorge Salomão)
Chegou a tocar nas rádios em uma época em que as cotações das bandas nacionais estavam nas mínimas...

8 - Tão Longe de Tudo - 1990
(Guto Goffi)
A descoberta de Guto Goffi como letrista foi talvez a maior responsável pela sobrevivência do Barão após a saída de Cazuza…

7 - Política Voz – 1990
(Roberto Frejat / Jorge Salomão)
Como uma espécie de Keith Richards sem grife, Frejat repete seus riffs em dezenas de músicas, com pequenas variações. Mas sempre funciona!

6 - Não Me Fuja Pelas Mãos - 1994
(Roberto Frejat / Luiz Melodia)
Ninguém além de mim conhece esta música (exagero detected), uma das minhas favoritas do disco Carne Crua.

5 - O Poeta Está Vivo - 1990
(Roberto Frejat / Dulce Quental)
Tudo o que esta canção representa já a colocaria na lista das grandes do Barão. Mas ela ainda tem um grande apelo pop, um solo matador, e uma produção impecável.

4 - Pedra, Flor e Espinho - 1992
(Roberto Frejat / Fernando Magalhães / Dulce Quental)
Roqueira e dançante, com a percussão de Peninha derrubando o que aparece pela frente.

3 - Beijos de Arame Farpado - 1990
(Dé / Ezequiel Neves / Sérgio Serra)
A música que melhor representa o “Barão 2.0”. Guitarras e percussões ensandecidas, mescladas a um suingue irresistível.

2 - Quem Me Olha Só - 1987
(Arnaldo Antunes / Roberto Frejat)
Esse blues foi feito sob medida para Frejat cantar. Não por acaso ele é o autor da melodia sobre a poesia de Arnaldo Antunes…

1 - Pense e Dance - 1988
(Dé / Frejat / Guto Goffi)
Não é só a melhor música do Barão pós-Cazuza, é um dos melhores rocks já feitos na língua de Camões e Wesley Safadão… A canção não perde o fôlego por um segundo sequer!

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