Sonífero Iê Iê Iê
Classificação: B
Ano de lançamento: 1984
Melhor música: SONÍFERA ILHA
Faixas:
Não é que eu não goste do disco de estreia dos Titãs. Em uma palavra, o que houve aqui foi desperdício. Afinal, como um disco que traz Sonífera Ilha, Marvin, Go Back e Toda Cor (para ficar só nos futuros hits) pode ser considerado meia boca? Seriam os arranjos tecnobregas? A produção desleixada que tenta emular a Blitz, Gang-90 e outras bandas da época? Por sorte, algumas das melhores faixas foram resgatadas pela banda anos depois, em versões muito melhores.
Visto de longe no tempo e no espaço, o registro inaugural dos oito rapazes de São Paulo vale mais por curiosidade do que por alguma qualidade musical específica. Ainda que seja possível observar alguns bons e inusitados momentos...
Faixa a faixa:
Sonífera Ilha: Tornou-se um clássico dos Titãs. Pequena gema pop, mas superestimada. Nota 8
Marvin: Versão insossa da versão que os Titãs vieram a aperfeiçoar anos depois... Nota 7
Babi Índio: O ótimo momento de Branco Mello no disco. Nota 7
Go Back: O mesmo problema de “Marvin”. A versão definitiva só viria anos mais tarde. Nota 6
Pule: Se ganhasse uma versão em axé music explodiria no trio elétrico de Salvador... Nota 5
Querem Meu Sangue: A versão do Cidade Negra, que entende muito mais de reggae que Nando Reis, é muito melhor... Nota 7
Mulher Robot: Eu odiava essa música, mas hoje acho esse “pós-punk-funk” de Toni Belloto muito divertido... Nota 7
Demais: Balada de Arnaldo Antunes antes de Arnaldo Antunes virar Arnaldo Antunes. Nota 6
Toda Cor: Os fãs adoram, eu acho apenas mais um pop breguinha do disco... Nota 6
Balada para John e Yoko: Talvez a mais curiosa do disco, versão de Sérgio Britto que jamais seria aprovada nos dias de hoje... Nota 6
Seu Interesse: Canção (autobiográfica?) de quem não pegava ninguém até montar a banda e fazer sucesso... Nota 5
Classificação: B
Ano de lançamento: 1984
Melhor música: SONÍFERA ILHA
Faixas:
- Sonífera Ilha (Branco Mello / Carlos Barmack / Ciro Pessoa / Marcelo Fromer / Tony Bellotto)
- Marvin (Dunbar/ Johnson - versão de Sérgio Britto / Nando Reis)
- Babi Índio (Branco Mello / Ciro Pessoa)
- Go Back (Sérgio Britto / Torquato Neto)
- Pule (Arnaldo Antunes / Paulo Miklos)
- Querem Meu Sangue (Jimmy Cliff - versão de Nando Reis)
- Mulher Robot (Tony Bellotto)
- Demais (Arnaldo Antunes)
- Toda Cor (Carlos Barmack / Ciro Pessoa / Marcelo Fromer)
- Balada para John e Yoko (Lennon / McCartney - versão de Sérgio Britto)
- Seu Interesse (Arnaldo Antunes / Paulo Miklos)
Não é que eu não goste do disco de estreia dos Titãs. Em uma palavra, o que houve aqui foi desperdício. Afinal, como um disco que traz Sonífera Ilha, Marvin, Go Back e Toda Cor (para ficar só nos futuros hits) pode ser considerado meia boca? Seriam os arranjos tecnobregas? A produção desleixada que tenta emular a Blitz, Gang-90 e outras bandas da época? Por sorte, algumas das melhores faixas foram resgatadas pela banda anos depois, em versões muito melhores.
Visto de longe no tempo e no espaço, o registro inaugural dos oito rapazes de São Paulo vale mais por curiosidade do que por alguma qualidade musical específica. Ainda que seja possível observar alguns bons e inusitados momentos...
Faixa a faixa:
Sonífera Ilha: Tornou-se um clássico dos Titãs. Pequena gema pop, mas superestimada. Nota 8
Marvin: Versão insossa da versão que os Titãs vieram a aperfeiçoar anos depois... Nota 7
Babi Índio: O ótimo momento de Branco Mello no disco. Nota 7
Go Back: O mesmo problema de “Marvin”. A versão definitiva só viria anos mais tarde. Nota 6
Pule: Se ganhasse uma versão em axé music explodiria no trio elétrico de Salvador... Nota 5
Querem Meu Sangue: A versão do Cidade Negra, que entende muito mais de reggae que Nando Reis, é muito melhor... Nota 7
Mulher Robot: Eu odiava essa música, mas hoje acho esse “pós-punk-funk” de Toni Belloto muito divertido... Nota 7
Demais: Balada de Arnaldo Antunes antes de Arnaldo Antunes virar Arnaldo Antunes. Nota 6
Toda Cor: Os fãs adoram, eu acho apenas mais um pop breguinha do disco... Nota 6
Balada para John e Yoko: Talvez a mais curiosa do disco, versão de Sérgio Britto que jamais seria aprovada nos dias de hoje... Nota 6
Seu Interesse: Canção (autobiográfica?) de quem não pegava ninguém até montar a banda e fazer sucesso... Nota 5
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