O disco ainda pulsa
Classificação: A
Ano de lançamento: 1989
Melhor música: O PULSO
Faixas:
A parte final da “trilogia Liminha” (sem contar o disco ao vivo Go Back). E, como em geral acontece nas trilogias, o resultado é o mais fraco da série.
Confesso que guardo um certo ressentimento contra esse disco. E tudo por culpa do Silvio Santos. Isso mesmo. Eu não consigo ouvir Õ Blésq Blom sem me lembrar que os Titãs desbancaram a Legião Urbana e ganharam o Troféu Imprensa de melhor banda do longínquo ano de 1989.
Não foi a única injustiça da noite. Flores ainda desbancou Pais e Filhos e foi eleita a melhor música daquele ano. Ou vai ver é a minha memória que me prega peças, já que a Wikipedia traz Faz Parte do Meu Show, de Cazuza, como a canção vencedora…
Voltando ao disco, ao contrário do que dá a entender o título impronunciável – cortesia de Mauro e Quitéria, a dupla de repentes geniais que os Titãs foram achar no Nordeste –, Õ Blésq Blom é reúne algumas das canções mais pop e assobiáveis de toda a carreira da banda. Embora com sinais de desgaste, os Titãs ainda pulsam.
Faixa a faixa:
Introdução / Vinheta final por Mauro e Quitéria: As músicas de Mauro e Quitéria são mais compreensíveis do que algumas que os Titãs vieram a cometer anos mais tarde… Nota 10
Miséria: Em qualquer canto, uma canção que insiste em permanecer atual. Nota 10
Racio Símio: Um bando de ditos populares zoados nesta canção um tanto cansativa. Nota 7
O Camelo e o Dromedário: Podia servir de trilha sonora para um documentário National Geographic. Nota 6
Palavras: Palavras não são más nem boas. Igual a esta canção. Nota 7
Medo: Titãs (e Arnaldo Antunes) na melhor forma: pesados, ousados e provocadores. Nota 10
Natureza Morta: Quase uma média de um compositor para cada segundo desta vinheta. Nota 8
Flores: Funeral para um amigo (o amor sangra). Nota 10
O Pulso: Não sei como nenhum laboratório ainda não comprou os direitos desta obra prima da musifarmacologia… Nota 10
32 Dentes: Uma homenagem aos dentes do siso de Branco Mello? Nota 8
Faculdade: Relembra aquelas musiquinhas insossas do disco de estreia dos Titãs. Nota 6
Deus e o Diabo: Também podia se chamar “O Homem e a Mulher” (ou vice-versa). Nota 8
Classificação: A
Ano de lançamento: 1989
Melhor música: O PULSO
Faixas:
- Introdução por Mauro e Quitéria (Mauro / Quitéria)
- Miséria (Arnaldo Antunes / Sérgio Britto / Paulo Miklos)
- Racio Símio (Marcelo Fromer / Nando Reis / Arnaldo Antunes)
- O Camelo e o Dromedário (Paulo Miklos / Nando Reis / Tony Bellotto / Marcelo Fromer)
- Palavras (Sérgio Britto / Marcelo Fromer)
- Medo (Marcelo Fromer / Tony Bellotto / Arnaldo Antunes)
- Natureza Morta (Arnaldo Antunes / Liminha / Branco Mello / Marcelo Fromer / Paulo Miklos / Sérgio Britto)
- Flores (Charles Gavin / Paulo Miklos / Sérgio Britto / Tony Bellotto)
- O Pulso (Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer / Tony Bellotto)
- 32 Dentes (Branco Mello / Marcelo Fromer / Sérgio Britto)
- Faculdade (Arnaldo Antunes / Branco Mello / Marcelo Fromer / Nando Reis / Paulo Miklos)
- Deus e o Diabo (Nando Reis / Paulo Miklos / Sérgio Britto)
- Vinheta Final por Mauro e Quitéria (Mauro / Quitéria)
A parte final da “trilogia Liminha” (sem contar o disco ao vivo Go Back). E, como em geral acontece nas trilogias, o resultado é o mais fraco da série.
Confesso que guardo um certo ressentimento contra esse disco. E tudo por culpa do Silvio Santos. Isso mesmo. Eu não consigo ouvir Õ Blésq Blom sem me lembrar que os Titãs desbancaram a Legião Urbana e ganharam o Troféu Imprensa de melhor banda do longínquo ano de 1989.
Não foi a única injustiça da noite. Flores ainda desbancou Pais e Filhos e foi eleita a melhor música daquele ano. Ou vai ver é a minha memória que me prega peças, já que a Wikipedia traz Faz Parte do Meu Show, de Cazuza, como a canção vencedora…
Voltando ao disco, ao contrário do que dá a entender o título impronunciável – cortesia de Mauro e Quitéria, a dupla de repentes geniais que os Titãs foram achar no Nordeste –, Õ Blésq Blom é reúne algumas das canções mais pop e assobiáveis de toda a carreira da banda. Embora com sinais de desgaste, os Titãs ainda pulsam.
Faixa a faixa:
Introdução / Vinheta final por Mauro e Quitéria: As músicas de Mauro e Quitéria são mais compreensíveis do que algumas que os Titãs vieram a cometer anos mais tarde… Nota 10
Miséria: Em qualquer canto, uma canção que insiste em permanecer atual. Nota 10
Racio Símio: Um bando de ditos populares zoados nesta canção um tanto cansativa. Nota 7
O Camelo e o Dromedário: Podia servir de trilha sonora para um documentário National Geographic. Nota 6
Palavras: Palavras não são más nem boas. Igual a esta canção. Nota 7
Medo: Titãs (e Arnaldo Antunes) na melhor forma: pesados, ousados e provocadores. Nota 10
Natureza Morta: Quase uma média de um compositor para cada segundo desta vinheta. Nota 8
Flores: Funeral para um amigo (o amor sangra). Nota 10
O Pulso: Não sei como nenhum laboratório ainda não comprou os direitos desta obra prima da musifarmacologia… Nota 10
32 Dentes: Uma homenagem aos dentes do siso de Branco Mello? Nota 8
Faculdade: Relembra aquelas musiquinhas insossas do disco de estreia dos Titãs. Nota 6
Deus e o Diabo: Também podia se chamar “O Homem e a Mulher” (ou vice-versa). Nota 8

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